sexta-feira, 23 de março de 2007

COMO SOU


1 - Trata-me con pureza!


2 - Não me catalogues, não sou nenhum objecto.


3 - Não me ponhas etiquetas, não sou nenhuma mercadoria.


4 - Não me julgues, não sou teu réu.


5 - Não me acuses, não és o meu fiscal.


6 - Não me condenes, não és o meu juiz.


7 - No me ponhas marcas, não sou espelho nem quadro.


8 - Não me definas, sou um mistério.


9 - Não me minimizes, sou mais complexo do que pensas.


10 - Não me divulgues, não sou nenhum produto ou coisa.


11 - Não me vulgarizes, sou alguém muito especial.


12 - Não apontes para mim, não sou nenhum alvo.


13 - Não me idolatres, não sou nenhum ídolo.


14 - Não me calunies, tenho o direito à verdade dos factos.


15 - Não me difames, tenho o direito de ser quem sou.


16 - Não me esquematizes, sou mais livre do que tu imaginas.


17 - Não acredites demasiado en mim, sou falível.


18 - Não duvides sempre de mim, sou mais verdade que erros.


19 - Recorda sempre que:

Sou gente como tu.

Sou humano como tu.

Sou limitado como tu.

Sou filho de Deus como tu.


20 - Trata-me como gente e serás para mim o que não conseguiste ver em mim:

Um irmão de verdade!


Violetta Castañeda (E.U.A.)

quinta-feira, 22 de março de 2007

A Sinceridade

Flor da sinceridade


Como poderão ser sinceros os filhos que não encontram sinceridade em casa?

A sinceridade é um factor essencial para uma consciência recta.

A sinceridade implica a verdade e, às vezes, a verdade não é o que gostaríamos que fosse.

As perspectivas não são boas quando os pais não conduzem os filhos a contar o que erraram, aceitando melhor qualquer desculpa em vez da verdade, castigando, repentinamente, sem saber ouvir e medir o grau de responsabilidade.



Com isto não levam os filhos a ser sinceros. Ensinam que as mentiras compensam...

Não mentir nunca é o único caminho que conduz à sinceridade, à autenticidade das relações, conquistando os filhos para o lado dos pais.

Os pais devem ser sempre sinceros com os filhos.

Em jeito de conclusão

Na educação, o que verdadeiramente importa é que se chegue a tempo.

Educa-se a partir do berço, dos primeiros choros (para não dizer que se educa a partir da concepção...)
Lamentar-se, não serve de nada.



O importante é arrepender-se e recomeçar porque...

Todo o tempo é tempo de educar...
e o melhor tempo é, sempre, o actual.

Os Defeitos





As crianças, mais do que ninguém, conhecem muito bem os seus pais, os seus defeitos e as suas virtudes. A falta de luta contra um defeito levará a criança a não identificar um defeito, e mais do que isso, poderá levá-la a ter o mesmo defeito.

Ora, contrariamente, é vendo o modo como os pais lutam contra os próprios defeitos que aprenderão a encarar a sua própria luta. É este o principal e primordial factor na formação da consciência e no desenvolvimento do carácter.

Aprender com os erros é fundamental na educação. E mais importante ainda é procurar rectificar quando se errou e olhar sempre em frente.

Os pais só têm que ser Pais! Não lhes é exigido que sejam nem psicólogos nem génios. Basta que saibam amar os filhos e que se amem.

O testemunho fala por si.